Lê, e então?

Todo o tempo do mundo

Tempo perdido. Tempo gasto. Minutos que se amontoam. Horas que se acumulam. Dias que passam. Meses que não regressam. E então?

Eu gosto de todo este tempo perdido e gasto. Tempo perdido em vagarosidades perfeitas e tempo gasto em lentidões descomplicadas. Tempo vivido e já usado. Tempo que se acumula já passado. Tempo que existe e nos constrói. Que nos cria memórias e nos afaga a alma. Tempo que nos conta histórias e nos acalma.

Minutos de olhos fechados e de mãos dadas. Horas de conversa desfiada e contada. Dias de partilha consumada. Meses de vida bem usada. Anos de uma vida amada. Tempo preenchido com tudo e com nada.

Tempo. Vida. Cheios de coisas feitas. De amor trocado. De passeios dados. De músicas ouvidas. De tudo e de nada. 

O problema não é a vida passar, é sentires que não a tens bem vivida. Ansiares toda uma semana pela Sexta e deprimires pela Segunda. É não aproveitares cada milímetro do tempo. É não desfrutares de quem tens. É não amares quem és. É não ires onde gostas e ficares onde te desgostas.

Tempo. Não o percas. Vida. Não a deixes passar.

Rita. E Então?

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