Lê, e então?

Comigo, a vida toda

As vezes percebo que alguma coisa devo fazer de correcto. Trago comigo amigos de há décadas, aos quais fui acrescentando alguns pelo caminho. Amigos que estão presentes e à distância de um “Vamos jantar?” ou “Chega aqui que eu preciso de ti”.

Tenho o carinho de quem me rodeia, tenho o amor e respeito de quem amo. Tenho à minha volta as melhores pessoas que me fazem sentir realizada. Que fazem mesmo de mim uma pessoa melhor e mais segura. Mais tranquila, porque sei não precisar de provar aquilo que sou. Ou aquilo que não sou. Com quem desfio e ouço os maiores segredos e provocações.

Tenho quem me ame e eu amo de volta. Tenho verdadeiro amor por quem me é importante. Doo-me a quem me importa mesmo que, nem sempre, a quem se importa. Ofereço o meu tempo a quem acho que precisa dele, sem esperar nada em troca – até ao dia em que fecho a porta.

Tenho amigos que são amores da vida toda. Desta e da próxima. Amigos que fazem parte do meu pensar. Que sei que se já aqui se instalaram, não mais se vão ausentar. 

Tenho amigos, que são amores. 

Rita. E Então?

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7 thoughts on “Comigo, a vida toda”

  1. Adoro amar estes amores, as “minhas pessoas”.
    Estive no lançamento do seu livro em Sintra.
    Parabéns Rita.
    Obrigada pelo retorno.

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