Lê, e então?

Serenatas sem chuva

Não preciso de prendas enormes ou de grandes viagens. Não preciso que me levem ao fim do mundo ou que gastem rios de dinheiro comigo. Preciso que comigo estejam e se lembrem de mim. Não sou materialista. Sou, sim, de afectos e de memórias. Sou do meu canto e das minhas pessoas. Sou de noites sossegadas e partilhadas.

As melhores coisas do meu dia estão por perto e são fáceis conseguir. Um beijo lambuzado antes de dormir. Um abraço apertado que me faz sorrir. As melhores coisas do dia são aquelas que partilhamos em família. E estão também por casa e à distância das crianças se irem deitar. São de graça e à distância de uma guitarra e de um copo de gin. São momentos nossos que me são oferecidos. São serenatas à mesa da cozinha ou concertos no chão da sala. São as nossas noites preferidas, só nossas e intimistas

Quem disse que, com crianças em casa, não se pode ter uma noite diferente a dois?

(re)Inventem-se! Façam o (im)possível! O importante é nunca parar de namorar.

Rita Leston. E Então?

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