Vaidosas, e então?

Desce daí!

Quem me conhece sabe que, normalmente, sou uma pessoa de extremos no que toca a sapatos: ou saltos bem altos ou ténis. E quem diz ténis, diz botas ou botins. Tudo o que seja com pouco ou mesmo nenhum salto está a ganhar território no meu armário. Tudo não. Tudo menos sabrinas!

Acontece que, cada vez dou mais, valor ao conforto porque acredito que é possível manter a elegância e o profissionalismo com uns confortáveis ténis. Ou botins. Ou botas. Vá, se calhar até com as sabrinas, mas a essas ainda não me consegui render.

Mas também gosto muito de usar saltos altos. E quem diz altos, diz bem altos mesmo, que meios termos e coisas mornas não são para mim. Tão altos que me fazem (acho eu na minha inocência) ficar poderosa e importante, só porque fico lá mais no cimo. E quase já caí na armadilha de me desabituar de os usar e andar sempre rasteira  e despachada. É que se andar no “rés do chão” é mais prático e mais confortável, também é verdade que me sinto muito mais poderosa nuns high heels agulha!

É claro que nem sempre, nem nunca! O truque é ir inovando e fazendo diferente sem perder a identidade. E nós, mulheres, sabemos bem a sensação de calçar uns saltos e de como isso nos faz sentir muito mais elegantes e confiantes, certo?

E também é verdade que às vezes pode ser um verdadeiro desafio, mas, ainda ontem, disse a alguém que é capaz de ser boa ideia ter sempre uns saltos ali à mão. É que nunca se sabe. É já me foram muito úteis.

É que, do alto dos meus 1,75m, ninguém me ‘manda’ abaixo! Bem, na verdade, consigo ‘olhar de cima’, mesmo que esteja de Havaianas. Atitude. Atitude é o segredo.

Adoro andar no ‘rés do chão’. E sim, também adoro os meus saltos altos! 

Marta Almeida. E Então?

PS: Se quiseres saber como mantenho os ténis sempre com ar de novo, fala com estes senhores.

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