Vai, e então?

LxFactory. Love of a lifetime.

Há alguns, poucos, sítios em que me sinto em casa. Sítios que, por uma ou outra razão, considero como meus. Sítios com os quais me identifico e onde poderia morar.

O LXFactory, em Lisboa, é um desses sítios! Onde me perco em cada canto. Onde tiro sempre 1354 fotos, mesmo que repetidas. Onde ando de nariz no ar a encontrar cada recanto que ainda não vi e a rever o que já conheço. Onde regresso sempre que posso.

O LXF é um mundo onde tudo acontece. O surpreendente é que tudo acontece depressa a um ritmo lento, onde parece que o tempo nos pára. 

“Uma fracção de cidade que durante anos permaneceu escondida é agora devolvida à cidade na forma da LXFACTORY. Uma ilha criativa ocupada por empresas e profissionais da indústria também tem sido cenário de um diverso leque de acontecimentos nas áreas da moda, publicidade, comunicação, multimédia, arte, arquitectura, música, etc. gerando uma dinâmica que tem atraído inúmeros visitantes a re-descobrir esta zona de Alcântara.”, lê-se no seu site.

Aqui, eu sinto-me turista na minha casa, com a diferença de que nos outros locais turísticos eu me sinto uma intrusa e, aqui, somos todos iguais. Um sítio que é de todos e para todos, com concertos, workshops, co-work, exposições e vendas de rua. Esplanadas de diversos restaurantes, que, agora com o frio, até estão aquecidas. Não se esqueçam de que, além das ruas ladeadas pelos espaços a visitar, existe, ainda, o edifício principal com quatro pisos, que passa despercebido à maioria dos que por lá passam. Vejam o mapa antes de ir. Não percam toda a arte urbana espalhada pelo espaço e percam tempo a admirar todas as estruturas por onde passam. Vão ao fim da tarde com luz e fiquem ao cair da noite, onde todo o espaço ganha uma nova dimensão.

O LXF é pertença de uma Lisboa alternativa e underground, de uma Lisboa jovem e dinâmica. De uma Lisboa que pertence ao mundo, quase um Bairro Alto adaptado aos dias de hoje.

O LXFactory é, em si, uma obra de arte em todo o seu conjunto. Imperdível.

E eu, eu só gostava de viver lá!

Rita Leston. E Então?

um WC
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