Lê, e então?

Lá tive eu de ir também!

Depois de tanta gente gabar o filme do momento, tinha de o ir ver também! Como me tinham várias pessoas avisado de que tinha sido uma choradeira pegada, muni-me de dois pacotes de lenços, uma dose extra de lágrimas e lá fui eu. 

Já conhecia algumas das músicas, mas nunca tinha visto sequer o trailer. Sendo o quarto remake – sim, já há três filmes com esta história! – também nunca tinha visto nenhum dos anteriores.

Pronto. Começou. Preparo os lenços de papel, não vá a coisa dar-se. Sinto uma constante expectativa de “é agora que isto me vai fazer lavar em lágrimas“. Tocam a música mais emblemática do filme e não posso negar que a Lady Gaga tem um vozeirão, que o Bradley Cooper surpreende e que até gosto da música. Mas ainda não, não é agora que borro a maquilhagem. Espero mais um bocadinho, enquanto começo a pensar que sou uma besta insensível, e nada. Dou por mim a apetecer-me passar para a frente as partes em que ela canta sozinha e a bocejar algumas vezes. E a olhar para o relógio a pensar que “é agora, só faltam 20 minutos para acabar. Bem, se calhar é só nos dez finais.

Tudo isto para dizer que ouvi duas ou três músicas giras. Dei umas três risadas e, nos últimos 30 segundos, quase que rolaram duas lágrimas.

Obrigada por me fazerem sentir uma criatura insensível e fria que não tocou nos lenços de papel. Lamento, até podem levar o Óscar, mas a a mim não me encheu sequer meias medidas. Mas, lá está, eu sou mesmo uma pessoa dura e impenetrável que só chora nos filmes em que ninguém chora.

Agora, vou ali ver o Bohemian Rhapsody para me redimir. 

Rita Leston. E Então?

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