Lê, e então?

Pára. E pensa.

Pensa nisto:

O teu exterior diz muito pouco de ti. Diz apenas aquilo que, quem não se quer dar ao trabalho de te conhecer, vê. O teu interior, a massa e fibra do que és feito é que conta. É essa parte que nos define como pessoas.  E como é que está o teu interior, a tua alma, a tua essência?

Como é que reages se tiveres na tua mão a possibilidade de fazer alguma coisa por alguém, sabendo, desde logo, que não vais receber nada em troca? Que ninguém vai saber ou que não vais obter qualquer validação ou reconhecimento pelos teus actos?

Qual é o teu nível de simpatia e gentileza para com os outros? Qual o teu grau de empatia para com o sentir de outrém? Como é que reages quando o teu mundo desaba? Como reages se vês alguém a desabar? Quanto de ti desvias do teu caminho porque alguém necessita da tua ajuda?

A verdadeira beleza reside nisto. Na maneira como reages, quando nem tudo é cor-de-rosa. Na maneira como encaras a vida, quando nem tudo corre a teu favor. Quando até te podes prejudicar, mas sabes que alguém precisa de ti. Esta beleza é a que interessa, é aquela que é tão profunda que nem se vê, apenas se sente. É por essa que temos de lutar e ficar orgulhosos de ser reconhecida.

Pensa nisto:
Se todo o mundo estivesse cego, quantas pessoas conseguirias, ainda assim, impressionar?

Marta Almeida. E Então?

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