Lê, e então?

Quem escreve não esquece

Todos devíamos de ter uma lista. Aliás, duas: uma onde colocaríamos as nossas promessas e uma outra com os nossos desejos.

As nossas promessas deveriam de ser inquebráveis e tratadas como se de cristal fossem. Cuidadas com mil atenções, para não serem esquecidas ou preteridas. Relembradas todos os dias para serem mantidas.

Os nossos desejos deveriam de se manter acesos. Terem uma luz própria que pisque para nos manter atentos. Deveriam de fazer-nos sonhar e ensinar-nos a acreditar. Deveriam de nos obrigar a lutar e a não resignar.

Todos deveríamos de fazer as nossas listas e trazê-las no bolso. Bem junto a nós para se manter gravado na pele e na memória. Listas que nos queimassem se saíssemos da trajectória.

As nossas promessas deviam ser feitas de raízes e os nossos desejos de asas. Raízes que prendam promessas na eternidade e asas que levem sonhos até ao fundo do querer. Gravadas e cravadas na memória e no mais íntimo do nosso pensar.

Promessas, dizem que o vento as leva; e que os sonhos, é que comandam a vida. Não percam umas, nem outros.

Rita. E Então?

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