Amor - Desafiamos-te, e então?

Que dom é o teu? – Dia 2

Todos temos algo em que somos bons. Todos temos algo em que nos sentimos confiantes. Algo que os outros – se calhar melhor do que nós – reconhecem que fazemos bem e em que marcamos a diferença.

Não tens de saber explicar a Teoria da Relatividade ou de fazer 20 km em marcha, mas, garantidamente, há algo em que te destacas de quem está ao teu lado. Existirá sempre algo que te torna único.

E esse será sempre o teu trunfo. Será esse teu talento mais ou menos escondido que também faz de ti uma pessoa interessante. Se calhar cozinhas bem. Se calhar desenhas como ninguém. Às tantas sabes contar anedotas que põem todos bem dispostos. Ou então percebes de contabilidade como poucos. Ou és um ouvinte paciente. Ou tens todas as respostas sobre cinema. Quem sabe, tens uma voz de rouxinol ou tocas um instrumento muito bem. Ou só te safas mas pões toda a gente com boa disposiçao, porque o teu trunfo é esse mesmo.

Seja o que for! Há-de sempre haver algo em que és muito bom. Algo em que os outros te reconhecem e procuram para fazeres, para falares ou para lhes mostrares.

Procura esse dom em ti e cultiva-o. Consolida o teu conhecimento. Faz de ti uma pessoa mais segura perante quem te rodeia. Não tenhas medo de te mostrar e ao teu valor.

Quando nos damos valor, o mundo reconhece-o com mais facilidade. Quando assumimos, com naturalidade e convicção, que somos válidos, o mundo olha-nos com outros olhos e concorda connosco.

Vá. Pensa. Encontra o teu talento mais ou menos escondido.
Qual é o teu?

Rita Leston. E Então?

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