Lê, e então?

O caminho é teu: mexe-te!

Continuo a achar que a vida sabe o caminho que devo tomar. Que não é despropositada a viagem de ida. Que o percurso tem curvas retorcidas, subidas íngremes e descidas vertiginosas, mas o destino final será sempre onde me deverei encontrar.

Que a travessia não mostra sempre paisagens do paraíso. Que a viagem é longa mas vale a pena. Que o tempo corre enquanto nós o tentamos travar. 

Que se não nos dispomos a viver, passamos a sobreviver. Que se não avançarmos o destino demora mais a chegar. Que, se não arriscarmos, não entendemos a travessia. 

O caminho é nosso. De ninguém mais. O que não vale é ficar sentado à espera que ele passe. O que não vale é aguardar inerte. Amorfo. Calado. Apático.

O caminho é teu: mexe-te!

– Rita Leston –

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