Lê, e então?

Queres mesmo ou é só a fingir?

Não tens tempo ou não é um prioridade? É mesmo um objectivo ou é só um sonho? Queres lá chegar ou preferes que te levem? Queres mesmo ou estás só a fingir?

Quando se quer não existe a falta de tempo, divide-se o muito que se tem a fazer, pela vontade de se chegar a todo o lado. Quando se quer mesmo e se acha que se não consegue, arranjam-se soluções ou alternativas.

Quando se percebe que não se consegue chegar ao destino sozinho, pede-se que venham ter connosco a meio caminho. Quando às 9:00 horas não se pode, pergunta-se se pode ser ao meio-dia. Se não se pode ficar uma noite inteira, aproveita-se meia hora de fugida. Quando não se consegue acabar algo, começa-se hoje e termina-se amanhã.

Quando se não quer desculpamo-nos com o não ter tempo e com a vida que é demasiado cheia. Quando não nos apetece empenhar, qualquer desculpa se aproveita. Quando não é uma prioridade, não há tempo que se reserve. Quando não há vontade, é porque não é uma prioridade.

Mesmo que nos enganemos. Mesmo que estejamos a tentar convencer-nos de que a culpa não é nossa. De que a vida não nos deixa.

Deixa. Deixa, pois. O que importa é querer. Agora, só falta começar a fazer.

Rita Leston. E Então?

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