Lê, e então?

Sempre o tudo. E o todo.

Não peço nada menos do que tudo. Tudo o que me faça aprender e crescer. Tudo aquilo que me faça ir a correr, porque não quero perder. Tudo aquilo que me faça querer e não deixe de me surpreender.

Não peço nada menos do que tudo. Tudo aquilo que me faça sorrir e que não me deixa querer partir. Tudo aquilo que não consigo dividir, nem repartir. Tudo aquilo que me faz construir e querer descobrir.

Não peço nada menos do que tudo. Tudo aquilo que é o todo. Todo o riso que não guardo. Todo o amor que preciso. Todo o carinho a dois. Todo o namoro e paixão. Todo o apego e abnegação. Todo o respeito e dedicação. Tudo o que é o nosso todo. Todo o nosso tudo.

Sempre o tudo. E o todo.

Rita Leston. E Então?

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2 thoughts on “Sempre o tudo. E o todo.”

  1. Antes de mais, muitos parabéns á Marta. Muitas felicidades e que conte muitos mais na companhia dos que a amam.

    E sim, temos todo o direito de pedir na mesma proporção em que damos, é justo. E seria uma falta de respeito para com nós próprios se assim não fosse.

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