Lê, e então?

Que vício é o teu?

Somos viciados em tantas coisas sem importância. Tantas coisas que, no final do dia, não nos têm assim tanto a dizer. Somos viciados em imensas coisas que não são assim tão especiais e que não nos fazem assim tão felizes.

Somos tantas vezes viciados naquilo que nos dá um prazer imediato, mas que, a longo termo, não nos deixa uma marca forte e positiva. Somos viciados só porque sim. Só porque achamos que não vivemos sem. Que não temos força para mudar.

Chocolate a rodos. Sapatos para dar e vender. Drogas legais e ilegais. Livros que não lemos. Tabaco. Paixões novas e descontroladas. Bolas de Berlim com creme. Consumismo desnecessário. Dietas desequilibradas. Pastilhas elásticas. Whatever.

Por outro lado, dizem que os vícios são os pequenos prazeres da vida. Que nos fazem desfrutar e apreciar pequenas coisas. O mal é quando são usados para compensar, como se moeda de troca se tratassem, seja de um dia mau ou de uma vida mais pesada. Quando os usamos para esconder frustrações e não querer tomar decisões, quando escondemos os próprios vícios dos outros e não os queremos assumir nem perante nós, mais do que um vício temos um problema.

Um vício pode fazer-nos cair numa espiral de onde não conseguimos sair, pode deixar-nos sem controlo da nossa própria vida ou das nossas decisões. Pode afectar-nos a nós ou quem esteja ao nosso redor. Um vício pode acabar por tomar conta de nós.

Tudo depende de ti, de que vícios falamos e da forma como eles te controlam a ti. E que não se pense que somos algum herói invencível que nunca cai em tentação ou que tudo controla. Um vício chega devagar, sem dares conta e vai ocupando o seu lugar. Quando te aperceberes ele pode ter chegado para ficar.

E tu? Que vício é o teu?

Rita Leston. E Então?

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