Lê, e então?

Nunca deixes de acreditar em ti

O que é que te faz mal? O que é que te faz ficar completamente partido e feito em mil pedaços de dor? O que te consegue destroçar de tal forma que pensas que nada mais conseguirá pôr-te inteiro? O que é que te impede de seguir em frente e te faz sentir frágil e pequenino? O que te deixa completamente indefeso e sem vontade de prosseguir caminho?

Porque é que já te habituaste a sofrer e a achar que é normal? Que peso é esse que carregas e que te faz arrastar por aí? De que dores decidiste não abdicar e não largar? Que traumas te fazem sombra na sombra dos teus dias? Que dores fazem os teus olhos deixar de brilhar?

Diz-me que ainda tens esperança e que ainda tens vontade de voltar a sorrir. Diz-me que ainda não te abandonaste e eu deixo-me e vou procurar-te a ti. Diz-me o que é que precisas que te levo pela mão até o encontrarmos juntos. Diz-me o que é que posso fazer por ti e eu vou dizer-te que não desistas.

Vou dizer-te que contas e que és importante. Vou dizer-te que nunca deves duvidar de que tens direito a ser feliz. Vou dizer-te que é possível juntares de novo os teus pedaços partidos e construir um novo “eu“, mais rico, mais forte e mais resolvido. Vou dizer-te que nunca deves duvidar de que o amor existe e que ele está nas mais pequenas coisas que fazemos. Vou dizer-te que nunca deixes de acreditar. Principalmente em ti.

Nunca.

Marta Almeida. E Então?

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