Lê, e então?

Wild at heart

Nunca tive um coração simples. Nunca tive um coração com quem eu conseguisse conversar ou que fosse fácil de domar. As decisões foram sempre dele e nunca minhas, sem me pedir, sequer, para opinar.

Nunca tive um coração sossegado. Sempre tive um coração que foi onde quis ir, que fugiu rebelde e sozinho por estradas duvidosas, sem nunca levar consigo a razão. Que fez todo o seu caminho focado naquilo que pretendia alcançar.

Nunca tive um coração obediente. Nunca tive um coração consciente. Nunca tive um coração pequeno ou sem espaço para gostar. Nunca tive um coração que não soubesse amar. Nunca tive um coração que soubesse jogar.

Sempre tive um coração lutador e mais forte do que pensava. Sempre tive um coração que, mesmo quando era partido, se regenerava. Sempre tive um coração selvagem e independente. Um coração que nem sempre me deixou contente. Um coração que, por vezes, me enganou, mas que nunca me abandonou.

O meu coração aprendeu comigo. O meu coração sou eu.

Rita Leston. E Então?

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