Lê, e então?

Sabes onde estão os teus afectos?

E, na verdade, é tão simples.

Precisamos de ser amados, precisamos de ser queridos, precisamos de saber que sentem a nossa falta. Precisamos de sentir que gostam de nós e que lhes somos importantes. Precisamos de saber de somos a preocupação e a prioridade de alguém.

Precisamos de saber que, durante o dia, alguém pensou em nós e que alguém se lembrou de que existimos, nem que seja apenas por um segundo. Precisamos de saber que somos importantes para alguém e que fazemos a diferença nesse seu mundo, tal como fazem no nosso.

Precisamos de saber que alguém estará a pensar no que poderemos estar a fazer e a desejar que também nos estejamos a lembrar dela. Precisamos de saber que alguém queria, naquele momento, estar ali ao nosso lado. Precisamos de saber que alguém quer o nosso abraço em troca de um outro.

O que precisamos, na verdade, é simples. Só precisamos de saber que as nossas relações são uma troca saudável e genuinamente retribuída. Sem contas pesos, nem medidas. Sem contar quem dá mais ou menos, porque, além de sabermos o que damos, o que recebemos é tanto que nem pensamos se algo nos falta em troca.

Só queremos saber que quem queremos, nos quer de volta de igual forma.
E tu? Sabes?

Marta Almeida. E Então?

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