Lê, e então?

Sabes pôr-te no lugar do outro?

Algumas das melhores pessoas que conheço têm uma vida que de boa não tem (quase) nada. Algumas das melhores pessoas que conheço já passaram por períodos muito maus. Algumas já sofreram o inimaginável e já perderam muito. Algumas já perderam (quase) tudo. Já passaram pelos maiores desafios e provações. Já foram vítimas das maiores injustiças ou discriminações. Algumas dessas pessoas (quase) quiseram deixar de cá andar.

Mas o que importa, é que as melhores pessoas que conheço continuam a ter capacidade de se importar com os outros. Continuam a preocupar-se com os outros e a saber dar-se aos outros. Mais do que pensarem em si, a sua realização passa pela preocupação com o outro. A sua satisfação e crescimento pessoal passa por saberem que conseguem ajudar e que há quem esteja ao seu lado que tenha uma história ainda mais difícil do que a sua.

Aqueles que sabem de cor a escuridão, são os que melhor conseguem guiar os outros nesse caminho. Aqueles que andaram perdidos, são os que mais facilmente encontram quem não sabe por onde ir. Quem perdeu quase tudo, é que sabe ajudar o outro a recuperar. Quem já foi tocado na pele pela dor, é que sabe o que ela dói.

E isso é uma lição de vida enorme. Tentam a todo o custo que mais ninguém passe pelo mesmo que elas. Tentam ajudar e compreender. Sabem ouvir e entender. E, felizmente, ainda há pessoas assim.

Se te cruzares com uma, estima-a.

Marta Almeida. E Então?

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