Lê, e então?

Eu, modo de amar

Não sou fácil, eu sei. Tenho as minhas manias e paranóias. As minhas exigências. Sou difícil de complicada. Sou dura de ouvir. Sou directa e incomodo. Sou difícil de me apaixonar. E não sou fácil de gostar. Amem-me ou odeiem-me.

Mas eu, ou não gosto de todo – odeio mesmo e tornam-se, apenas, transparentes para mim – ou amo por completo. Com todas as falhas, todos os erros. Com todas as complicações e indecisões. Com tudo aquilo que até pode incomodar, mas que é camuflado pelo tanto que é o melhor que há.

Quando quero, quero muito. 
Quando quero, quero tudo.
Quando gosto, gosto para arriscar. 
Quando gosto, gosto para ficar.
Quando amo, amo mesmo muito.

Sem dúvidas ou contradições. Sem segundas intenções ou outras opções.
Quando amo, toda eu ama todo o outro.
Sem hesitações. Nem complicações.

Rita Leston. E Então?

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