Lê, e então?

Eu também

“Amo-te. Quero-te. Preciso-te. Fazes-me falta. Tenho saudades tuas. Gosto de ti.”

E um “eu também” ouvido de volta. Um “eu também” que não é automático, nem entre dentes. Um “eu também” sentido e pleno de amor. Um “eu também” que podia ser um “amo-te” que nos apanha desprevenidos. Um “eu também” onde cabe tudo. O amor e o colo. A paixão e o mimo.

Um “eu também” que nos dá segurança para continuar. Um “eu também” que nos faz sorrir e sossegar. Que nos faz acreditar que, ali, podemos descansar. Um “eu também” que nos diz que é ali que vamos para sempre ficar.

“Amo-te”
“Eu também”

Rita Leston. E Então?

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