Lê, e então?

A minha Rita

Bom dia, minhas pessoas! Daqui escreve-vos a Marta!
Talvez tenham reparado que tenho estado ausente. Sinceramente espero que nem tenham dado por isso. Mas eu explico:

A Rita é minha desde sempre.
A minha Rita gosta de escrever e faz isso como ninguém.
A minha Rita andava parada na escrita e a precisar de um incentivo para voltar a escrever.
A minha Rita andava preguiçosa e sem vontade de continuar e precisava que a trouxessem pela mão.
A minha Rita voltou e tem-nos conquistado com a força e com a paixão com que escreve.
O meu trabalho termina aqui, o meu objectivo foi alcançado: fazê-la voltar a escrever!

Não deixem de a acompanhar e de ler o seus textos. Ela consegue a magia de nos conseguir fazer rever em tanto do que diz. Em tudo o que escreve. E isso, minhas pessoas amigas, não é para qualquer um! É para ela que sabe o que faz.

Ela vai continuar a ser aquela lufada de ar fresco para os nossos dias, aquela frase motivadora que nos faz levantar, aquela inspiração que nos dá força no momento certo e aquela esperança dos dias incertos. As palavras que sentimos, mas que não conseguimos dizer. Os medos que temos, mas que não conseguimos deitar cá para fora. Os sonhos, as paixões e os ódios. Ela é igual a toda a gente mas usa as palavras como ninguém.

Continuem por aqui.
Prometo que vai valer a pena.
Saio eu, fica a Rita.
E então?

Marta Almeida. Já sem “E Então?”

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2 thoughts on “A minha Rita”

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