Lê, e então?

A felicidade só é real quando é partilhada.

“A felicidade só é real quando é partilhada.” – diz um dos filmes da minha vida. E eu acredito.

Acredito que sou mais feliz porque não estou sozinha no meu pequeno mundo. Acredito que ter com quem celebrar as minhas vitórias, faz com que o prazer se prolongue. Acredito que ter com quem partilhar os desalentos, faça com que tudo passe mais rápido.

Acredito que só por saber que confiam em mim, me deixa feliz. Que por saber que sou importante na vida de alguém, a minha vida fica mais preenchida. Que por saber que sou uma prioridade, o meu coração fica mais doce.

Acredito que não fomos feitos para estar sozinhos e que somos construídos de afecto em afecto. Que somos solidificados pelos amores que sentimos. Que todos os nossos amores são diferentes, mas cada um com a sua importância, seja o amor da cara-metade, o amor dos pais e dos filhos, o amor dos irmãos ou dos amigos.

Não podemos ter a veleidade de que somos felizes sozinhos e de que não precisamos de ninguém para sermos realmente felizes. Podemos, sim, perceber que não precisamos de uma pessoa específica ou de que ninguém insubstituível. Podemos perceber que temos, também, de ser felizes nos momentos em que nos encontramos connosco no nosso canto sossegado e que não dependemos da presença contínua de gente ao nosso lado para isso acontecer. Mas não podemos prescindir de ter ao nosso redor quem amamos e que nos ama de volta, não podemos afastar quem se preocupa e quem se importa. Não podemos querer isolar-nos de forma a ficarmos sozinhos e de tal forma independentes que não tenhamos a quem telefonar sem razão. Não podemos querer não ter ninguém que nos pergunte se estamos bem ou se precisamos de algo.

Não podemos querer ser felizes sozinhos. Que sentido teria a vida assim?

Rita Leston. E Então?

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