Lê, e então?

Amor sem “amo-te”

E se não existisse a palavra “amo-te“? Se riscasses do teu dicionário um “gosto de ti” ou mesmo um “adoro-te“? Como conseguirias demonstrar por palavras aquilo que sentes e que sabes que é amor? Como te irias declarar e fazer entender?

Aposto, se fores daquelas pessoas de mais demonstrações, que até já podes ter dito um “amo-te” hoje, mas foi pensado? Ou foi dito em modo automático, já por hábito e quase sem ser sentido? Ou foi dado como resposta como quem diz um “até logo” ou “volto já“?

Se tivesses de optar pelo caminho mais difícil, onde tens de pensar nos porquês, o que dirias? Se tivesses de seguir o caminho mais longo das palavras, como dirias tu um “amo-te“? Como irias conseguir explicar o que sentes e o que te fazem sentir? Como irias lembrar o que de único vês em alguém? Que dirias tu?

Declarar o teu amor sem um “amo-te”. Consegues?

Desafio-te a tentares!

Rita Leston. E Então?

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