Lê, e então?

Sinto muito.

Por falta de amor eu não morro. Por não conseguir gostar, por não me saber doar, por não acreditar sempre no amor, por falta de saber amar, eu não hei-de morrer.

Se há coisa que eu sei fazer é sentir. Sentir demais! Sentir tudo até à última gota. Sentir cada bocadinho daquilo que sinto. Sentir tudo o que quero e sentir tudo o que espero. Saber bem onde quero chegar e virar o mundo do avesso para o conquistar. Sentir demasiado e virar um furacão por isso. Sentir que me posso magoar e nem querer saber disso. Saber o que amo e lutar até ao fundo de mim. Saber que só desisto quando sentir que é o fim.

Não saber ou não querer sentir, não é para mim. Não sei dar pouco de mim! Não sei ser inerte ou sentir um bocadinho de cada vez. Não sei – nem quero saber – resguardar-me para não sofrer. Não sei não ficar para ver. Não sei sentir a conta-gotas, nem proteger-me para não sentir demais. Amo até não conseguir mais. Sinto em grande escala e amo sem resguardo. Apaixono-me por inteiro sem escolher só um bocado.

Não sou fácil de sentir, mas, quando sinto, é para sempre.
Sinto. Sinto muito, mas sinto.

Rita Leston. E Então?

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