Lê, e então?

Lealdade. Ou a falta de.

Lealdade. Lealdade deve ser aquilo que mais admiro nas pessoas que me rodeiam. Lealdade de saber com o que conto e de saber o que pensam de mim. De saber o que pretendem e de serem verdadeiros nas suas atitudes. Lealdade de mostrarem quem na realidade são. Lealdade de serem coerentes.

Não preciso de que gostem de mim e de que me façam caras sorridentes. Não preciso de lobos em pele de cordeiro, armados perante o mundo em presas fáceis e vítimas do Universo. Não preciso de que se mostrem mais bonitos por fora, do que aquilo que são no seu pensamento. Não preciso de atitudes falsas que se tomam só para parecer bem. 

Só preciso de que sejam verdadeiros e leais. De que me digam até aquilo que eu não quero ouvir, mas que não me sorriam só para parecer bem. De que sejam directos e de que tirem as máscaras falsas da boa vontade. De que sejam honestos e directos. Coerentes e correctos.

Lealdade. Lamento, mas não abdico.


Rita Leston. E Então? 

Já nos segues nas redes Sociais? Deixa-nos o teu like para sabermos que aqui estiveste!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *