Lê, e então?

Todos os dias.

Hoje. Ontem. amanhã e depois. Sem intervalos ou intermitências. Sem vou-ali-e-não-sei-bem-se-volto.

Se estão à espera de dias marcados para mostrarem o vosso amor, não estão a fazer a coisa certa. Se só surpreendem o outro em datas marcadas, não estão a fazer o que é preciso. Se só hoje vêem corações e abracinhos, lamento, mas o vosso amor não está saudável.

Não amamos desmesuradamente todos os dias. Não estamos apaixonados todas as horas. Não somos sempre a melhor das companhias. Não está a todo o tempo tudo certo.

Mas todos os dias têm de ter as certezas do que queremos. A convicção de quem queremos. A segurança de onde estamos e para onde vamos. A vontade de ficar ou de partir acompanhado. Todos os dias o amor tem de ser cuidado.

Todos os dias têm de ser de partilha. De companhia. De estabilidade. Os corações, as surpresas, os beijos roubados e os abraços apertados, têm de ser constantes no dia-a-dia, ainda que à mistura com a pressa da manhã ou birra do sono à noite, ou então, hoje, de pouco valem.

O amor é todos os dias. Ou então não é nada.

Rita Leston. E Então?

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