Lê, e então?

NÓS E O NADA

Nós apenas temos de estar. Apenas temos de ser. Apenas ali queremos  estar e ficar, sem deixar nada entrar. Nada mais importa do que apenas as nossas coisas nenhumas, repletas de nadas e plenas de tudo. Apenas queremos que nada nos incomode no nosso tudo. Que nada ponha em causa tudo o que é muito. Que …

Continue Reading
Lê, e então?

Sempre o tudo. E o todo.

Não peço nada menos do que tudo. Tudo o que me faça aprender e crescer. Tudo aquilo que me faça ir a correr, porque não quero perder. Tudo aquilo que me faça querer e não deixe de me surpreender. Não peço nada menos do que tudo. Tudo aquilo que me faça sorrir e que não …

Continue Reading
Lê, e então?

És tu(do)!

És tu. Quem me conhece. Quem me enternece. És tu quem me protege e aquece. És tu quem me faz sorrir. Quem me faz querer o abraço que fortalece. E o beijo que me apetece. Tu. Tu és tu. Tu és quem me entende. És quem sabe o que me vai na mente. És quem …

Continue Reading
Lê, e então?

Só por amor

Só por amor. Por amor eu faço tudo. Por amor vou até ao fim do mundo se souber que me esperam. Por amor eu troco-me de lugar e volto a acreditar. Por amor eu vivo e sei que consigo. Por amor eu abdico e acredito. Por amor eu respiro e sobrevivo. Por amor eu dou tudo. …

Continue Reading
Lê, e então?

Um amor de feito de nadas

Uma relação são pequenos nadas. São aquelas coisas, que até parecem ser birras e insignificâncias, mas que suportam os dias de um amor. É que um amor é difícil de manter! Dá trabalho, todos os dias. Mas os nadas do dia não podem ser um esforço. Têm de ser porque apetece. Espontâneos, porque se sente …

Continue Reading
Lê, e então?

Se ambos quisermos

Se me deixares, eu durmo contigo. Adormeço nos teus braços e acordo-te com um suspiro. Dou-te um beijo de boa-noite e sonhamos a meias. Se me deixares, eu fico contigo. Até ao pôr-do-sol do dia a seguir ou até à manhã da eternidade. Até que o tempo seja imortal e as horas não se contem. …

Continue Reading